sexta-feira, 27 de junho de 2014


Teste para avaliar Autismo e Síndrome de Asperger
Esse questionário de maneira alguma serve para definir ou substituir um diagnóstico feito por um profissional. Em caso de dúvidas sobre sua avaliação mental, por favor, consulte imediatamente um profissional da área de saúde mental – psiquiatras, psicólogos. Somente esses profissionais poderão diagnosticar e avaliar o melhor tratamento para seus transtornos, distúrbios, disfunções.
Instruções:
  • O resultado desse questionário serve para auxiliar no diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (incluindo Síndrome de Asperger).
  • Esse teste/avaliação Psiquiátrico/Psicológico é recomendado para pessoas de ambos os sexos.
  • Marque em cada questão, um item que melhor o descreve.
  • Seja sincero nas suas respostas.
Saiba mais sobre Autismo ou Síndrome de Asperger. Leia artigos e a definição sobre esse transtorno mental.
1: Prefiro fazer as coisas acompanhado(a) do que sozinho(a).

O que é QI:

QI significa Quociente de Inteligência, um fator que mede a inteligência das pessoas com base nos resultados de testes específicos. O QI mede o desempenho cognitivo de um indivíduo comparando a pessoas do mesmo grupo etário.
Os níveis de inteligência são classificados com base no resultado do teste, de acordo com a escala:
Igual ou superior a 130: Superdotação
120 - 129: Inteligência superior
110 - 119: Inteligência acima da média
90 - 109: Inteligência média
80 - 89: Normal fraco
70 - 79: Limite da deficiência
Igual ou inferior a 69 - Deficiente mental

*Una scuola per tutti e di tutti..ragazzi speciali.studenti speciali*..

Uma escola para todos e todos .. caras .. * speciali.studenti Especial





quinta-feira, 26 de junho de 2014


HOJE LEVEI O RENAN PARA CONHECER A FATEA..
FOMOS MUITO BEM RECEBIDO PELO .
PROF. MS. JEFFERSON JOSÉ RIBEIRO DE MOURA – JORNALISMO.
ACREDITO QUE DARÁ TUDO CERTO..






Crônica Autista: Jovem autista baiano se forma jornalista

Crônica Autista: Jovem autista baiano se forma jornalista: | Argemiro Garcia | Crônica Autista | 6/2/2011 | No dia 5 de fevereiro último, o jovem autista Gustavo de Medeiros participou da cerimôni...

Autismo: conexão aberta com o gene do cerebelo.

Um único gene no cerebelo de ratos e 'apareceu vinculado à ocorrência de sintomas cientistas autistici.Gli da Harvard Medical School, com o que lemos na "Nature", apagando este gene em ratos que tinham sido induzidos equivalente murino do comportamento autista, conseguiram curar a doença. Além disso, os pesquisadores descobriram que a rapamicina, um imunossupressor comum, impede que esses sintomas. O gene em questão e 'associado ao Complexo Esclerose Tuberosa (TSC): cerca de 50 por cento das pessoas que sofrem de TSC desenvolver autismo. É a primeira vez que você descobre o envolvimento do cerebelo no autismo. Os pesquisadores também descobriram que a administração de rapamicina, especialmente durante o desenvolvimento dos ratos, impedido o aparecimento de sintomas comportamentais de espectro autista. Logo começará alguns ensaios clínicos que comprovem a eficácia do everolimus, um composto da mesma família de rapamicina, sobre transtornos neurocognitivos das crianças.

Para aquelas famílias que ainda não conhecem estes protocolos, por favor, pesquisem, leiam, estudem, conversem com seus médicos (a maioria dos médicos não conhecem mas existem alguns que são mais abertos às novidades)..vejam se isso pode ajudar a sua criança. Este post eu compartilho por Edson Pacheco (pai de uma criança que está saindo do espectro com o tratamento biomédico, dietas especiais e protocolos americanos como DAN! e CEASE ).
Amigos,
optei por escrever um pouco sobre suplementação, dado que temos algumas perguntas recentes sobre o tema.
São apenas opiniões deste que isto escreve.
Primeiramente, há que considerar que o autismo, na visão clássica é uma doença neurológica não tratável.
Bem, como eu não acredito nisto, vamos para as minhas opiniões:
1) A maioria das crianças no espectro apresentam grave sinal de intolerância alimentar, além de exames específicos, é super importante adotar uma dieta restritiva, no mínimo SGSC, sendo que a maioria das crianças apresenta problemas mais graves de permeabilidade, demandando a dieta GAPS... selar o intestino é a primeira ação;
2) Como os organismos destas crianças são fragilizados, adotar uma dieta natural, livre de contaminantes industrializados irá ajudar;
3) A maioria dos desequilíbrios vitamínicos são resolvidas com o passo 1 e 2;
4) Aqui entra a parte complicada: existem vários tipos de autismo. Todos nos beneficiamos de uma dieta saudável, autistas ou neurotípicos. Infelizmente, para muitos, apenas a dieta não é suficiente.
4.1) Há casos de autistas com acumulo de glutamato no cérebro, resultado de problema metabólico. O glutamato é um neurotransmissor excitatório (se a criança é hiperativa é o primeiro sinal deste problema). Um neuro pode orientar um exame que determine se este é o perfil do seu filho. Em sendo, há alternativas conhecidas como antagonistas de glutamato;
4.2) Existem problemas de natureza enzimática, de ciclo de metilação,..., fruto de mutações genéticas ou mal funcionamento do fígado, é o caso da pyroluria, cbs, vdr, mthfr....
4.3) Os que tem pyroluria (vejam post no meu perfil sobre o tema e a conversa com a Dra. Geórgia) se beneficiam, e muito, de doses terapêuticas de B6, Zinco e magnésio. Os que tem mutação mthfr ativada (que é uma enzima que quebra o acido fólico em metil folato - forma ativa utilizada no organismo; determinada pelo nível elevado de hemocisteína no sangue) são beneficiados com a ingestão do metil folato (para o resto da vida). Os que tem mutação vdr se beneficiam de doses terapêuticas de vitamina D. Os que tem mutação cbs normalmente tem problema na transulfatação e precisam de suplementação específica para este fim... e, para aqueles que tem problema de metilação (biomarcador: histamina alterada) podem se beneficiar de suplementações que tenham o grupo metil, como o SAMe e a MethilB12 (esta última não tolerada por todos, dependendo das mutações - se há mutação mthfr, por exemplo, não se pode tomar a metilb12, na visão da Dra. Yasko). O ciclo de metilação, pela frequëncia que ocorre no organismo, é super importante (são bilhões de vezes por segundo).
4.4) O perfil metabólico e genético é diferente de criança para criança, infelizmente o que deu certo para um não necessariamente irá dar certo para outro.
4.5) Suplementar sem conhecimento e orientação não é uma linha viável, dado os perigos potenciais (se é possível ofertar o que o organismo demanda de maneira natural, com uma boa nutrição: Do IT!)
4.6) Existe ainda o cenário de stress oxidativo, também fruto de erros de metilação, que demanda atuação com antioxidantes específicos.
5) Resolvidas as deficiências metabólicas, silenciada a parte genética que podemos silenciar, entra a cura dos danos causados, como as vacinas... É neste step que a CEASE ajuda e muito (falo por experiência)...
6) Mas tem mais: imunológico afetado, alergias diversas...
Notem, nada disso cura autismo ou recupera as crianças... Nós estaremos apenas removendo obstáculos de natureza funcional do organismo e apostando na plasticidade cerebral e em terapias de apoio.
Boa caminhada a todos.